terça-feira, dezembro 15, 2009

Saudades de Ti*

Quando as palavras se tornam uma anarquia de letras desmesuradamente interligadas, sem razão lógica de existirem e, nada mais transmitem a não ser sussurros de dores guardadas... é aí que eu continuo na espera!

Na espera que me compreendam de verdade...
Na espera que tirem aquele tempo para mim...
Na espera que me deixem entrar, sem medo, no seu mundo...
Na espera que me mimem em silêncio...
Na espera que, inconscientemente, se preocupem...
Na espera que me afaguem o rosto, que me cubram o corpo e me façam repousar em paz, no meio de toda a guerra que agora se criou...

Vagueio eu nessa espera que, aos olhos de certos mundos, não é mais que falta de humildade na procura de afectos. Pois para mim é mais luta contra a vontade e a naturalidade de criar laços e ligações que vejo censurados sem nada poder fazer ou dizer.

No meio de toda aquela agonia precisei tanto do escape inabalado... Precisei da força, mesmo que distante, que eu saberia que podias ter transmitido... Criaste no meu mundo amarras que só hoje consegui soltar... Criaste o medo, aquele cretino que me deixou só no meio da multidão...

Porque um dia me impuseste limites e eu, feliz ou infelizmente, não sei viver com eles...

Sinto é saudades... Bastantes até!


domingo, dezembro 13, 2009

Os Homens da minha vida...


Os melhores*
Os especiais*
Os meus putos*

Parabéns da prima mais babada de todas*

quinta-feira, dezembro 10, 2009

A mesma sensação... A mesma dúvida!*


Eu sei lá porque raio me sinto assim agora mas o que é certo é que sinto. Assim... sem nada, vazia! Hoje rodeiam-me notícias menos boas e, por muito que tenha já alguma imunidade a elas, são os relatos de quem sofre que mais me deixam cair por terra. São esses relatos e a revolta por se sentirem impotentes que me destroem muitos dos alicerces que ergui para não me deixar abater tão depressa. Mas hoje não dá! Hoje existe uma dor para com eles. Hoje existe uma dor em mim. Hoje vagueio e viajo até tempos remotos dessa mesma dor, dessa mesma sensação...

Mas em vez de me sentir bem, contente, preenchida, não. Senti somente um vazio. Senti um aperto no peito e senti-me incompleta. Já tentei chegar ao porquê de todo este sufoco e não consigo. Tudo parece ser motivo mas ao mesmo tempo não faz sentido que esse tudo seja motivo. Resumindo, não sei o que me deixa assim.
(...)
Conseguimos nós adoptar as soluções que damos aos outros para problemas idênticos? Creio que não. Quando nos toca a nós queremos ser ou só racionais, ou só sentimentais. Acontece que entramos em choque. Entramos num conflito interior que nos vai corroendo ao longo do tempo e que em certa altura deita abaixo o nosso escudo, as muralhas que erguemos para nos protegermos. E aí ficamos frágeis, vulneráveis e um pouco desorientados. Queremos parar para pensar e não nos é permitido, uma vez que o sentimento teima em impor-se. Queremos parar para somente sentir e eis que vem a razão colocar mil e uma entraves. Não há espaço para o meio termo, ou então, neste momento, não consigo encontrar esse meio termo. São medos antigos, são vontades de arriscar, são fantasmas de desilusões, são necessidades de voar... É um turbilhão de sentimentos. É sempre mais fácil arriscar quando sentimos que do outro lado existe um porto seguro. Mesmo que não seja perto, a crença de que ele lá está e que vamos triunfar no final quando lá chegarmos é motivo suficiente para arriscar. Só que é isso que tem faltado. A percepção desse porto seguro. Está, porém, um nevoeiro danado. Nada é nítido. O que irei encontrar a seguir é uma incógnita e tenho medo. Tenho medo e afasto-me e cada vez mais me afundo.

Isto tudo tem 1 ano e 9 meses.... Isto tudo, porém, está o mais actual possível!

Mas continuo a perguntar... Porquê?


Depois de fazer 24 embrulhos sem parar e contra o tempo...



... já estou enjoada de os fazer e já não posso ver o Winnie, the Pooh à frente!

Oferecer fotos(lembranças!) em envelopes??? Não!!!! Fica mais giro inventares embrulhos Cecília! Pode ser??? (Olhar de carneirinho da minha tia...) Claro que pode!!! (Why me??? Help!)

E findo este trabalho cá estou eu desejosa que chegue o Natal e que ela se lembre que eu sou uma boa embrulhadora de prendas e me meta a embrulhar tudo o que for para oferecer! Já estou em pulgas... (não haja dúvidas!)

E estou ainda mais em pulgas por descobrir onde raio é que enfiei o joelho para o ter esfolado e pisado... Hum... Pensando bem! Foi quando estava a gozar com o meu pai e mandei um malho na rampa de casa.... Era vê-lo a morrer com o riso! E pronto... Foi bem feita! Para a próxima aprendo a ficar calada... Agora fico-me por uma impossibilidade de me ajoelhar por tempo indeterminado! (Não quero piadinhas sim? LOL)



Parabéns N.!

Pois é menino... Mais um aniversário! Deves estar prestes a ser invadido por um assalto de mensagens, telefonemas e cafunés dos que te querem bem e esperam que sejas muito feliz. Eu acho que me vou ficar por este espacinho. Haverás de receber um alerta mas só porque é estritamente necessário que leias isto a tempo...

Hoje não há distâncias, nem inseguranças, nem medos ou receios. Hoje existe alguém especial que faz anos e que quero que seja surpreendido. Apesar de todo o tempo gasto em aperfeiçoamentos de feitios, o certo é que hoje estamos mais fortes. E tu tens, à tua frente, uma nova oportunidade para começar de novo. Apesar de ainda não estarmos no Ano Novo, a frase adequa-se perfeitamente: Ano Novo, Vida Nova! O começo dos 24 anos é um novo início para aquilo que ambicionas ser e que, lá no fundo, és verdadeiramente. Por isso dá-te, entrega-te, vive a vida de um modo menos comedido, dando largas aos sonhos que queres ver realizados e às aspirações que tens para o teu futuro perfeito. Só tu podes lutar por aquilo que queres ter e que queres ser. Por isso coloca esse sorriso fantástico na cara, olha de frente o horizonte e grita para ti que vais conseguir. Hoje estás a começar um novo caminho, tens uma nova chance de seres feliz... Por isso aproveita-a!

Aquilo que desejo é que sejas mesmo feliz. Quero essa boa disposição em qualquer altura do dia, quero esse acreditar na mudança e quero essas piadas que começam a ser formadas espontaneamente. Quero as saídas à noite com o pessoal para te voltares a ter a ti, quero os escapes loucos que acabarão por fazer sentido e quero a fragilidade num café. Quero isso tudo de ti e para ti.

Sabes uma coisa? Hoje é o teu dia sim... mas é ainda mais o dia em que te vais dar esta valiosa prenda. Repete comigo: Vale a pena começar de novo!

Um dia isto fará toda a diferença...

PARABÉNS NÉLSON!


(Lembras-te disto? Eu acredito*)

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Descomplicar Complicações III - O que é que as mulheres querem?

Kevin: Mãe, posso fazer uma pergunta?

Helen: Ok!

Kevin: O que é que as mulheres querem?

Helen: Sapatos.

Kevin: E que mais?

Helen: É complicado. Vais passar a vida a tentar descobrir.

(...)

Kevin: O que lhes posso oferecer para além do meu humor e charme?

Helen: Querem ser respeitadas, ouvidas e compreendidas. Querem flores, querem humor. Querem confiar em ti. Não querem ler os teus pensamentos. Querem que lhes seja dado valor pelo que são. E, ás vezes, querem que te cales e deixes de querer resolver tudo.

Kevin: Não vai ser nada fácil!


In Joan of Arcadia*

segunda-feira, dezembro 07, 2009



Preciso de mais... muito mais!*